jueves 31 de diciembre de 2009

Ano Novo: As Cores e os Seus Significados

Todo fim de ano embarcamos no mesmo ritual: compramos uma roupinha nova em folha pra entrar o ano com o espírito renovado, right? Melhor ainda se o modelito vier na cor certa, na cor dos nossos desejos para o novo ano. Se por algum acaso você ainda não sabe o já batido significado das cores e o que elas atraem, aqui vai um pequeno lembrete:
  • Branco simboliza a paz
  • Amarelo e dourado chamam dinheiro
  • Vermelha é a cor da paixão (e neste caso use a cor na cueca)
  • Rosa traz o amor
  • Laranja é a cor da saúde e sabedoria
  • Verde traz prosperidade e saúde
  • Azul emana serenidade

Agora é só escolher, preparar o pé direito, caprichar no pensamento positivo e entrar o ano em alto astral. Só não vale usar roupa apertada pois além de ser um fashion no-no, atrai um ano tão apertado quanto, cheio de dificuldades à vista. Pelo sim e pelo não e em nome do conforto, que é sempre bem-vindo, melhor evitar.

No mais, ótimas entradas e um 2010 dos melhores!

miércoles 18 de noviembre de 2009

EMO, coisa de frutinha...

é proibido transar...

"É proibido transar nas linhas de trens".

Essa é a placa da prefeitura que diz não permitir relações sexuais dentro dos limites férreos...

Mas fico aqui me perguntando...

Quem diabos faz amor em cima de linhas de trem???????????

viernes 25 de septiembre de 2009

A besteira que meus antepassados fizeram...

http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1319204-10406,00-INDIOS+CRIAM+NOVO+MODELO+DE+EDUCACAO.html

reportagem mostra a criatividade e a sustentabilidade que indígenas da Amazônia pregam para viver em paz e harmonia com um dos santuários ecológicos do mundo.

Ainda penso: " e se o brasil ainda fosse deles?"...

Brasil melhora na economia, mas desigualdade persiste

Olá, caros internautas. O tema de hoje é a desigualdade é o desempenho econômico brasileiro. Estamos nos tornando um dos maiores países do mundo, entretanto, ainda estamos deixando para trás alguns de nossos filhos. Ou seja, o Brasil é ao mesmo tempo a África e a Europa, assim como Edmar Bacha nos categorizou há tempos recentes em sua obra.













Segundo dados do PNAD 2008, temos uma pesquisa sobre a realidade brasileira feita antes da crise econômica mundial revela o retrato de um Brasil com economia estável, mais empregos e renda, mas que ainda convive com problemas de desigualdade social, falta de infraestrutura e analfabetismo.

Apesar disso, a pesquisa revelou aumento de brasileiros no mercado de trabalho e crianças matriculadas na escola. Por outro lado, temos ainda problemas como analfabetismo, falta de saneamento básico (um em cada quatro lares brasileiros não possui rede de esgoto), trabalho infantil (reduziu 3,3% entre crianças de 5 a 13 anos, mas 993 mil ainda trabalham) e baixo acesso à internet (5,3 acessos em cada 100 mil habitantes, contra uma média de 30 em países da Europa).
Com respeito à população, a Pnad apresentou pelo menos dois dados novos. Pela primeira vez, a taxa de fecundidade atingiu o menor nível, com 1,89 filho por mulher, resultado de uma população mais bem informada sobre métodos contraceptivos e do acesso da mulher ao mercado de trabalho. Outro dado importante é que, pela primeira vez na história, mais da metade da população (50,6%) dos habitantes se declara parda ou preta, o que pode ser consequência de ações afirmativas da condição racial.













Distribuição de renda

Se a parcela mais pobre da população tem mais dinheiro no bolso, seria natural que se esperasse uma redução da distância que a separa dos brasileiros mais ricos, o que de fato aconteceu. Ainda assim, a desigualdade social é vergonhosa. Em 2008, a parcela 10% mais rica da população brasileira concentrava 42,7% dos rendimentos do trabalho (43,3% em 2007), enquanto os 10% mais pobres ficaram com 1,2% restante, contra 1,1% em 2007. Além disso, há desníveis entre as regiões do país.

A região Centro-Oeste teve a maior renda média do trabalho, de R$ 1.261, influenciada pelo Distrito Federal e seus altos salários no funcionalismo público, ao passo que o Nordeste teve a menor, com R$ 685. São as regiões com maior desigualdade na distribuição de renda.

A medida de desigualdade de um país é feita por meio do chamado coeficiente Gini (nome que se refere ao estatístico italiano Corrado Gini, que desenvolveu o cálculo em 1912). A medida varia de 0 a 1, onde 0 corresponde a uma situação em que todos têm a mesma renda e 1, a uma desigualdade total. Portanto, quanto menor o indicador, melhor. No rendimento médio do trabalho, o índice Gini no Brasil foi de 0,521, com queda de 0,007 ponto percentual em relação a 2007: 0,528. Na renda média dos domicílios, caiu de 0,521 para 0,515 em 2007 (0,006 ponto percentual). Avançamos, mas em ritmo lento.

Educação

Em educação, a taxa de escolarização cresceu, passando de 97% (o percentual de matriculados em 2007) para 97,5% em 2008, entre alunos de 6 a 14 anos, e de 82,1% para 84,1%, na faixa etária de 15 a 17 anos. Em números absolutos, caiu o número de jovens estudantes, o que se explica, segundo o IBGE, pelo envelhecimento da população. A despeito dos números positivos na educação, o país ainda tem 12,4% da população com 25 anos ou mais que não sabe ler nem escrever. Entre jovens entre 18 anos ou mais, a taxa é de 10,6%. O analfabetismo praticamente se manteve estável em 9,2%, em comparação com 2007 (9,3%). Em números absolutos, aumentou de 14,687 milhões para 14,736 milhões o número de analfabetos.

O Nordeste tem a maior taxa de analfabetismo, de 17,7%. Programas sociais do governo, como o Bolsa Família - que beneficia famílias com renda mensal de até R$ 140, desde que os filhos estejam matriculados na escola -, assim como o aumento da renda, tiveram reflexos positivos na área da educação.

Conclusões

O resultado da Pnad, no geral, é favorável. Mais gente entrando no mercado de trabalho e o brasileiro ganhando mais são conquistas de boas políticas econômicas que controlaram a inflação e geraram aumento real do salário mínimo. No entanto, entraves como taxa de analfabetismo, desigualdade social, disparidade entre regiões mais pobres e mais ricas e falta de recursos básicos, como rede de esgoto, irão exigir maior comprometimento dos governantes com políticas públicas mais efetivas e menos eleitoreiras. A próxima pesquisa da Pnad, feita em setembro de 2009 para ser divulgada em 2010, deve apresentar um diferencial: o impacto da crise econômica no Brasil.

Notícia inspirada do site da UOL: http://educacao.uol.com.br/atualidades/pnad-2008.jhtm

martes 22 de septiembre de 2009

Brasil já eleva seu ranking e atrai cada vez mais investidores estrangeiros









A agência de classificação de risco Moody's elevou hoje o "rating" soberano do Brasil para o nível de grau de investimento, e se torna a terceira grande avaliadora a promover o país a "bom pagador" perante o mercado internacional. O Brasil é o primeiro país a receber grau de investimento da Moody's após o início da crise econômica.





Isso singifica que o brasil vai atrair cada vez mais investidores em um curto e até mesmo longo prazo, já que as agências de rating estão sinalizando positivamente para um futuro próximo da economia brasileira. "A elevação reflete o reconhecimento pela Moody's de que a capacidade de absorção de choques, incluindo a capacidade de resposta das autoridades, aponta para uma melhora significativa do perfil de crédito soberano do Brasil," afirma Mauro Leos.




Entenda este ranqueamento (rating)






http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u317159.shtml






O "rating" é uma opinião sobre a capacidade de um país ou uma empresa saldar seus compromissos financeiros. A avaliação é feita por empresas especializadas, as agências de classificação de risco, que emitem notas, expressas na forma de letras e sinais aritméticos, que apontam para o maior ou menor risco de ocorrência de um "default", isto é, de suspensão de pagamentos.
Para publicar uma nota de risco de crédito, os especialistas dessas agências avaliam além da situação financeira de um país, as condições do mercado mundial e a opinião de especialistas da iniciativa privada, fontes oficiais e acadêmicas.
O "rating" é sempre aplicado a títulos de dívida de algum emissor. Se uma empresa quer captar recursos no mercado e oferece papéis que rendem juros a investidores, a agência prepara o "rating" desses títulos para que os potenciais compradores avaliem os riscos.
As agências, portanto, classificam debêntures, "medium-term notes", títulos de dívida conversível, mas não ações.






Séria prova de Briatore ao suposto homossexualismo de Nelsinho piquet